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14/02/2018

Cinco mitos e verdades da dor de cabeça sentida pelas mulheres

Segs

 O problema pode ter impacto em algumas atividades como estudo, sono, práticas de esportes e até no namoro
 
· Mulheres devem apostar no autoconhecimento e no comprometimento com a qualidade de vida
 
Segundo pesquisa do IBOPE Inteligência¹, encomendada pela marca Neosaldina®, 95% dos internautas brasileiros declaram que a dor de cabeça afeta de alguma forma seu dia-a-dia. Luz excessiva, barulho e má alimentação podem ser alguns gatilhos e, no caso das mulheres, fatores hormonais, estresse e exaustão também contribuem para desencadear a dor. Mas por que isso acontece?
 
A Dra. Célia Roesler, diretora da Sociedade Brasileira de Cefaleia e vice-coordenadora do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia, explica que “o estilo de vida está bastante relacionado, mas também o excesso de trabalho, falta de sono, jejum prolongado e cansaço são desencadeiam a dor de cabeça”.
 
Para debater melhor este contexto, a Dra. Célia e a nutricionista Marina Nogueira autora do blog ‘Não conto calorias’, trazem cinco mitos e verdades comuns sobre a dor de cabeça sentida pelas mulheres.
 
1- A dor de cabeça não se altera no período da TPM
 
MITO. A doutora alerta que a dor de cabeça pode piorar neste período, principalmente por conta da ovulação. “O período pré-menstrual é marcado pela oscilação hormonal e isso pode desencadear a cefaleia. Com a menarca (primeira menstruação), a primeira crise de dor de cabeça forte pode surgir e, de mesmo modo, com a menopausa, pode diminuir. Além desta fase, é importante citar que as gestantes também podem ter crises, sobretudo no primeiro trimestre da gravidez, mas elas podem melhorar a partir do segundo devido às oscilações hormonais. A mulher, em todas as fases de sua vida, precisa valorizar o bom andamento de seu estilo de vida para não se tornar vulnerável aos gatilhos”, complementa.
 
2- Dor de cabeça pode ser sinal de doenças graves
 
VERDADE. “A dor de cabeça já é um sinal de que algo no corpo não está bem. Algumas situações podem ser um sinal de doença grave, como: o incômodo que aparece pela primeira vez em pacientes com mais de 50 anos; quando a pessoa fala que é a pior dor que ela já teve; ou quando a dor muda o padrão e é desencadeada por espirro, tosse, evacuação ou outro esforço físico. Casos como esses devem ser avaliados o mais breve possível por um especialista, de forma a afastar problemas como tumores ou aneurismas”, explica a Dra. Célia.
 
3- As mulheres sentem dores de cabeça mais fortes que os homens
 
MITO. A Dra. Célia afirma que a enxaqueca é mais frequente nas mulheres devido às oscilações hormonais. No entanto, os homens também podem ter enxaqueca e outras dores de cabeça tão fortes quanto às mulheres. Por isso, os homens devem ter atenção aos fatores que predispõem às crises, como o jejum prolongado, sedentarismo, privação de sono e excesso de trabalho.
 
“Algumas atitudes podem evitar a dor de cabeça, tais como praticar exercícios regularmente, ter uma alimentação adequada. Uma dica é ter atenção no consumo de água que, se consumida em pouca quantidade, também se torna um grande gatilho para a dor. Importante também prestar atenção se a dor persiste. Nesse caso, a avaliação de um médico será fundamental”, comenta a Marina.
 
4- O autocuidado faz a diferença na prevenção da dor de cabeça
 
VERDADE. Não é preciso encarar a dor como uma inimiga, mas uma sinalização do organismo a favor da saúde como um pedido de cuidado. “A prevenção e alívio da dor estão atrelados na busca pelo respeito ao corpo, desenvolvendo um estilo de vida mais harmônico e saudável”, salienta Marina.
 
“Cada dor é única e deve ser prevenida e tratada corretamente. A recomendação médica deve ser sempre levada a sério e, a partir do momento em que a mulher passa a se conhecer melhor e entender os sinais de seu corpo, a valorização de um estilo de vida saudável torna sua rotina mais equilibrada”, afirma a Dra. Célia.
 
5- Ficar de jejum provoca dor de cabeça
 
VERDADE. “A hipoglicemia, ou seja, o baixo nível de açúcar no sangue, é um exemplo que pode desencadear dores de cabeça devido ao jejum prolongado, já que o cérebro necessita de glicose para o bom funcionamento”, esclarece a Dra. Célia.
 
Já a nutricionista Marina Nogueira explica que as mulheres, com frequência, se preocupam com a perda de peso e adotam dietas extremamente restritivas: “Quando isso acontece, o corpo sente falta do nutriente excluído, o que pode desencadear uma dor de cabeça. Adotar técnicas de jejum podem impactar o metabolismo e trazer resultados negativos”.
 
A especialista ressalta, ainda, que o mau funcionamento do intestino, ou seja, que não possui uma determinada regularidade pode ocasionar, como efeito colateral, dores de cabeça. “Para o melhor desempenho do intestino, uma dica é apostar nos produtos naturais e muita hidratação. Comer a cada três horas também pode auxiliar, mas isso varia muito de pessoa para pessoa. Uma alimentação saudável depende do conjunto de refeições e de alimentos que a pessoa consome, e não de um ou outros alimentos específicos”, conclui.
 
 
Principais achados da pesquisa1:
 
- 95% dos internautas brasileiros declaram que a dor de cabeça afeta de alguma forma seu dia-a-dia;
 
- 48% das mulheres relatam alto nível de estresse (versus 43% dos homens), 44% delas praticam atividades físicas (versus 56% dos homens) e 12% dizem não dedicar tempo para si mesmas (versus 6% dos homens);
 
- 79% dos entrevistados dedicam pouco tempo para si mesmos e, no caso das mulheres, 12% dizem não dedicar nenhum tempo;
 
- 91% dos entrevistados usam medicamento para a dor de cabeça. A maioria (58%) também opta por relaxar, dormir e ficar sozinho para aliviar os sintomas;
 
- Entre os alimentos mencionados como possíveis gatilhos para as dores de cabeça, 48% comentou sobre alimentos gordurosos;
 
- Em uma pergunta de múltipla escolha, 95% teve algum impacto no cotidiano, sendo 70% no trabalho, 65% no estudo, 50% no sono, 50% na prática de atividades físicas, 49% com amigos e 39% no namoro.
 
SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. NEOSALDINA® É UM MEDICAMENTO. SEU USO PODE TRAZER RISCOS. PROCURE O MÉDICO E O FARMACÊUTICO. LEIA A BULA.
 
NEOSALDINA® Drágeas dipirona, mucato de isometepteno, cafeína. NEOSALDINA® Solução oral – Gotas dipirona, cloridrato de isometepteno, cafeína. Indicações: como analgésico e antiespasmódico, indicado para o tratamento de diversos tipos de dor de cabeça ou cólicas. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO3.
 
Registro MS 1.0639.0231
 
Sobre a pesquisa
 
A pesquisa é uma realização do IBOPE Inteligência¹, encomendada pela marca Neosaldina® para avaliar o panorama da dor de cabeça no Brasil, da farmacêutica Takeda. A mostra foi feita entre 15 e 25 de agosto de 2016 com mais de mil brasileiros entre 18 e 55 anos, que tiveram dor de cabeça entre maio e julho de 2016. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais.
 
Sobre a Takeda Farmacêutica
 
Sediada em Osaka, Japão, a Takeda é uma companhia farmacêutica global que investe em pesquisa e inovação para comercializar mais de 700 produtos em 70 países, sendo especialmente forte na Ásia, América do Norte, Europa e Mercados Emergentes, incluindo América Latina, Rússia-CIS e China. Fundada há mais de 230 anos, é hoje uma das 15 maiores farmacêuticas do mundo e a número 1 no Japão, graças ao esforço contínuo de seus 31.000 colaboradores em lutar pela melhoria da saúde e um futuro mais brilhante das pessoas em todo o mundo, por meio da liderança na inovação de medicamentos. Com a integração da Millennium Pharmaceuticals e da Nycomed, a Takeda vem se transformando, aumentando sua expertise terapêutica e alcance geográfico.
 
A Takeda está entre as 10 principais farmacêuticas do Brasil e tem duas fábricas instaladas em território nacional - Jaguariúna (SP) e São Jerônimo (RS) –, contando com quase 2.000 colaboradores. A área de MIPs (medicamentos isentos de prescrição) possui medicamentos que são líderes no mercado. Na área de prescrição médica, as principais especialidades atendidas pela Takeda são: gastroenterologia, cardiometabólica e imunologia, além da oncologia, lançada em 2015.
 
A afiliada no Brasil adquiriu em julho de 2012 o laboratório nacional Multilab - com portfólio focado em MIPs, genéricos e genéricos de marca – com o objetivo de diversificar a carteira de produtos da companhia e aproximar-se ainda mais da nova classe média.
 
Referências Bibliográficas
[1] IBOPE Inteligência. Dor de cabeça. São Paulo: IBOPE Inteligência; 2016. Foram realizadas 1.002 entrevistas com a população internauta de 18 a 55 que tiveram dor de cabeça nos últimos 3 meses em todas as regiões do Brasil, entre os dias 15 a 25 de agosto de 2016. A margem de erro da pesquisa é de 3 pontos percentuais.
 
[2] Barea LM, et al. An epidemiologic study of headache among children and adolescents of southern Brazil. Cephalalgia. 1996;16(8):545-9.

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